"Nós vamos estar no Mundial de 2010!", diz o mister...
Ao que eu pude apurar a federação já começou a escolher quais os melhores lugares nas bancadas, e terá já procedido à medição da bunda do Miguel Veloso para saber se cabe apenas em um ou em dois assentos.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Crónica para o Jornal "A Noz", ou o Sérginho a descascar em inergumenos cá da terrinha, Parte I
Quem me conhece sabe que sou um pouco reservado.
Há quem diga que isso me prejudica, mas a minha opinião é que na realidade, muitas vezes, fico a ganhar. É que, às vezes, há aí muita gente que fala só para não estar calado e isso acaba por resultar numa rajada de besteiras que acaba por prejudicar o seu autor, mais cedo ou mais tarde.
A realidade é que, cada vez menos, qualidade e quantidade andam de costas voltadas. Se não vejamos, por exemplo, o jogo da Taça UEFA, entre Guimarães e Portsmouth, que culminou com a passagem dos ingleses. Os vimaranenses tiveram duas oportunidades de golo flagrante e, logo de seguida, uma bastou para os ingleses fazerem o golo que lhes valeu a qualificação.
Outro exemplo serão as crónicas de Miguel Sousa Tavares, que eu tanto aprecio, no jornal A Bola. O homem escreve um dia por semana, num jornal, uma só crónica. E tem um sucesso dos diabos.
Como vêem, no futebol como nisto de brincar aos comentadores de “coisas”, o número 1 chega para fazer a diferença. Não é necessário maçar as pessoas com o nosso nome e a nossa fotografia em 70% das páginas de um jornal, a tirar ilações desmedidas, descontextualizadas e infundadas sobre as acções de outros.
É um pouco como a malta do Gato Fedorento. Ao principio tinha piada. As pessoas viam e riam. Depois começaram a ficar com a imagem gasta e agora, ainda que mantenham um alto nível de audiência, já poucos são os que lhe acham a piada de antes... Foi cansando. É como tudo que se torna repetitivo... Enjoa.
E é por isto que, ás vezes, é melhor esperar para ver e fazer como o João Pinto: fazer os “prognósticos só no fim do jogo” para depois “chutar com o pé que está mais à mão”.
Há quem diga que isso me prejudica, mas a minha opinião é que na realidade, muitas vezes, fico a ganhar. É que, às vezes, há aí muita gente que fala só para não estar calado e isso acaba por resultar numa rajada de besteiras que acaba por prejudicar o seu autor, mais cedo ou mais tarde.
A realidade é que, cada vez menos, qualidade e quantidade andam de costas voltadas. Se não vejamos, por exemplo, o jogo da Taça UEFA, entre Guimarães e Portsmouth, que culminou com a passagem dos ingleses. Os vimaranenses tiveram duas oportunidades de golo flagrante e, logo de seguida, uma bastou para os ingleses fazerem o golo que lhes valeu a qualificação.
Outro exemplo serão as crónicas de Miguel Sousa Tavares, que eu tanto aprecio, no jornal A Bola. O homem escreve um dia por semana, num jornal, uma só crónica. E tem um sucesso dos diabos.
Como vêem, no futebol como nisto de brincar aos comentadores de “coisas”, o número 1 chega para fazer a diferença. Não é necessário maçar as pessoas com o nosso nome e a nossa fotografia em 70% das páginas de um jornal, a tirar ilações desmedidas, descontextualizadas e infundadas sobre as acções de outros.
É um pouco como a malta do Gato Fedorento. Ao principio tinha piada. As pessoas viam e riam. Depois começaram a ficar com a imagem gasta e agora, ainda que mantenham um alto nível de audiência, já poucos são os que lhe acham a piada de antes... Foi cansando. É como tudo que se torna repetitivo... Enjoa.
E é por isto que, ás vezes, é melhor esperar para ver e fazer como o João Pinto: fazer os “prognósticos só no fim do jogo” para depois “chutar com o pé que está mais à mão”.
Estranhas formas de vida
Estou aqui a pensar em coisas estúpidas e sem dormir e caí na TVI num daqueles programas de letrinhas e palavrinhas que invadiram as nossas madrugadas, apresentados por meninas aspirantes a actrizes porno...
As miúdas basicamente têm que improvisar os textos a noite toda... E é incrível como elas não conseguem fazer isso.
Conseguem passara a noite a falar sem dizer nada! E não precisam... A roupa que elas não trazem diz tudo sobre elas...
Amanhã transcrevo aqui a primeira de uma série de crónicas mensais que irão sendo publicadas no jornal cá da terrinha.
As miúdas basicamente têm que improvisar os textos a noite toda... E é incrível como elas não conseguem fazer isso.
Conseguem passara a noite a falar sem dizer nada! E não precisam... A roupa que elas não trazem diz tudo sobre elas...
Amanhã transcrevo aqui a primeira de uma série de crónicas mensais que irão sendo publicadas no jornal cá da terrinha.
domingo, 12 de outubro de 2008
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Numa altura em que...
há milhares (talvez milhões) de portugueses que são desempregados ou trabalhadores precários, há pessoas que não conseguem pagar a prestação da casa, há professores a apanhar na cara dos pais dos alunos, há "jovens" a assaltar tudo o que mexe (e que não mexe também)... No parlamento discutem-se paneleirices
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