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terça-feira, 17 de setembro de 2013

As coisas que passam por nós em tanto tempo de ausência

Passaram mais de 3 meses desde que escrevi alguma coisa neste blog.
Como o mundo não acabou, acabei por perceber o impacto insignificante que eu tenho em todo o ecosistema.
Ainda assim cada dia que passou pesou-me no coração o facto de não poder cá passar, fosse qual fosse a razão, para deixar um textinho daqueles que me lavam a alma e que são dirigidos a ninguém mas digitados para toda a gente.
O que mudou neste periodo?
Nada.
Continuo a ser Straight Edge.
Continuo a ser formador.
Continuo a ser freelancer.
Continuo a correr.
Continuo a ter amigos bons e fracos. Mais bons do que fracos, felizmente.
Apenas estou mais careca e mais viajado.
Voltei a visitar a Tunisia entretanto, esse país maravilhoso em tantos aspectos onde sei que seria feliz com tão pouco.
Visitei também a Noruega, um país igualmente maravilhoso mas por aspectos completamente diferentes.
Antes das viagens perguntava-me qual seria mais parecido com Portugal. A resposta é óbvia: a Tunisia. Porquê? Ora porque comparar Portugal com a Noruega é um exercício penoso para qualquer português que tenha uma réstia de orgulho no seu país e, por isso, eu não me vou atrever a fazê-lo.
No caso da comparação com a Tunísia é diferente: o desemprego reina, o povo é pobre (em mais aspectos do que somente o financeiro), o governo é essencialmente corrupto e o povo não está ao seu lado... Enfim. Os paralelismos continuam.
Mas nem tudo é negativo. Tal como nós, eles também têm uma história rica, uma cultura que dá gosto conhecer, boa gastronomia e há sempre algo magnifico para ver onde quer que se vá.
Ah... E lá também há Camelos, tal como aqui.

sexta-feira, 22 de março de 2013

O conceito de Amizade

Eu farto-me de dizer e digo mais uma vez: há poucos conceitos que andem por aí tão deturpados como o da amizade, e tudo porque a palavra amigo está profundamente banalizada.
Hoje em dia muita gente usa a palavra amigo para se referir a colegas; colegas e amigos não são nem nunca serão a mesma coisa. Eu posso ter colegas de quem sou amigo, claro. Colegas de trabalho com quem desenvolvi uma relação de maior proximidade e confiança. Colegas de equipa, da tropa, da sauna, do intervalo para o café, por aí... Agora um tipo que trabalha comigo e para quem eu nunca falei, nem faço intenções de falar, esse é apenas colega. Aliás, esse é apenas "o gajo que trabalha comigo" mas isso é outra problemática.

No entanto há um aspecto desta problemática que me aflige muito. Ora vejamos:
Estão a ver aquele fulano que nunca vos falou, que não demonstrou qualquer interesse nem em vocês, nem no vosso trabalho nem em nada que possa estar associado a vocês. NADA! Até que um dia vocês fazem ou chegam a alguma coisa ou algum lado onde esse alguém também quer chegar e aí: *PlingPling* (isto é o som de uma mensagem de telefone, telemóvel, mail ou o que quiserem)! Recebem uma mensagem desse caramelo que começa assim: "Olá Amigo"

Escuta, mas tu não vais apanhar batatas?

Pior do que isso só mesmo se eu respondesse.

Que por acaso até foi isso que fiz.

Nabo.

domingo, 10 de março de 2013

Memórias trazidas por músicas - Parte I

Acabei de ter uma daquelas viagens que só uma música nos dá.

Último ano de faculdade.
Vivo num 8º andar no centro de Aveiro com o Francisco Almeida, com um Hugo Bragada que nunca lá vai e com os meus problemas que, agora a esta distância vejo que não eram mais do que chatices.
A vida corria-me como sempre me ia correndo naquela altura.
No meu velho portátil HP, esta música (e outras desta minha banda favorita de sempre) saía aos berros das colunas.
O meu quarto tinha, nas paredes, dois posters desta banda.
Do outro lado, o Francisco Almeida não conseguia dormir e, por isso, várias noites me veio pedir para baixar o som...
Invariavelmente eu insultava-o, sempre de forma amigável e, sem baixar o som, ligava os phones.

Que descanses em paz camarada. Tu e esses momentos.


quarta-feira, 11 de abril de 2012

"Um tiro em Atenas" de Baptista-Bastos

Não é possível ficar indiferente a este texto do Baptista-Bastos no Diário de Notícias.

Fica a transcrição.

"Era um velho decente, formal e limpo. E havia nele memórias, sofrimento e grandeza. Olhou em volta. Nem a sombra de um remorso nem aquele limite denso e excessivo que a idade costuma expor. Olhou em volta e talvez estivesse a lembrar-se dos vendedores de esponjas de antigamente, que ofereciam o produto na praça da Constituição; ou das tavernas com parreiras, na Plaka, sob as quais comera queijo de cabra e bebera resinato, nos longos dias de calor. E de mulheres com quem dançara, pelas festas perdidas para sempre.
Passara por muitas coisas de infortúnio e por algumas alegrias selvagens e dispersas. Transfigurada de ventos e de silêncios, a cidade fora invadida pelos nazis, envolvendo de medo e atrocidades o chão sagrado dos deuses, dos poetas e dos filósofos.
Atravessara o luto criado pelos coronéis, com a consciência de que a adversidade era fruto da falta de bondade e de compaixão, aparentemente inexplicável. Fora preso por querer ser livre. Conhecera as rudezas do desemprego, e os ténues acenos de uma esperança obstinada. Depois, como se a sociedade precisasse de um mundo de compensações, haviam-lhe reduzido o ordenado, e aumentado tudo o que pertencia aos domínios da sobrevivência estrita. Mais tarde, extorquiram-lhe os subsídios e limitaram-lhe os proventos de uma reforma escassa.
Suportou as gradações da infelicidade, porque aprendera que a infelicidade nunca é lisa, e dispunha sempre de diferentes medidas de circunstância. Chegara, assim, ali: àquele plaino com relvado, de onde se divisava o que desejasse ser divisado. E descobrira, exausto e triste, de que pouquíssimas vezes o tinham deixado ser feliz e livre.
Soltou um grito. Como se quisesse desabafar a dor insuportável que sobre ele tombara, lhe vergara os ombros e lhe ferira o mais secreto da sua fé. As coisas são como são, diziam. Mas ele não queria que as coisas fossem como queriam que elas fossem.
A partir de certa altura, decidira manter uma atitude respeitosa e marginal. Nem mesmo assim obtivera paz e sossego. A verdade é que um homem está sempre ligado ao seu passado. O aparente apaziguamento interior não domesticara a ira, a cólera e a indignação que sentia, sobretudo quando a sua terra deixara de ser a lenda e a história e fora transformada numa litografia imbecil.
Quando gritou, gritou para aqueles que o não ouviam ou não desejavam ouvir. Assaltara-o o medo de ter, num futuro próximo, de esgaravatar nos caixotes de lixo, em busca de comida. E de deixar aos filhos e aos netos o peso de dívidas e a impossibilidade de as pagar. Sentou-se na relva. Ninguém o olhou. Há muito que as pessoas não se cruzavam: trespassavam-se.
Gritou: eles não respeitam nada nem ninguém!
E disparou o revólver na cabeça.
Dimitris Christoulas, 77 anos, reformado, grego. Nosso irmão."

segunda-feira, 19 de março de 2012

Mini Oliveira

Num fim-de-semana bastante rico e importantissimo para levantar o moral "da tropa", a minha namorada, aconselhou-me a compra desta mini-oliveira, mesmo apesar de passar grande parte do seu tempo a lamentar-se do meu apego aos bonsai...

Com isto se inicia um novo projecto. O de tornar isto:

Num bonsai digno desse nome.

Vou colocando aqui a evolução do projecto.

domingo, 4 de março de 2012

Porque hoje é Domingo.

Como considero ser um formador/profissional empenhado e interessado na qualidade do serviço que presto (ainda que isso de nada me adiante), tenho andado empenhadíssimo nessa tarefa e tenho tido bastantes aulas, para já...
Isso manteve-me afastado daqui disto das bloguisses e tal. Com muita pena minha, porque tenho tanta coisa (má) para dizer, camaradas pah!.

Mas um dia eu vou voltar. Até porque, em breve, não vou ter nada para fazer.

Fica uma musiquinha.



segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Inverno devolve-me os grandes Domingos

Itinerário de um grande Domingo:


  • Corrida matinal no Parque Urbano do Rio Ul com o Huguinho e o Pedrinho. Uma horinha para enrijar e sempre aberta a novos participantes.
  • Almoço no Mercado do Peixe em Aveiro.
  • Tentativa de passeio em Aveiro, mas o vento estava-me a tentar decapitar.
  • Regresso a casa.
  • Deitar na caminha a ver os recém adquiridos episódios novos do Scooby-Doo Mistery Incorporated. Lindo, Lindo! De notar a evolução no facto de o Shaggy e a Velma terem uma relação que esconda do Scooby por medo de ciúmes. A Daphne quer pinar com o Fred, mas o Fred não gosta... Nunca me enganou esse. Conhecem-se os pais dos meninos. Os episódios estão também recheados de piadas para um público mais adulto do que o normal...



domingo, 2 de outubro de 2011

H2O - Memory Lane

Memory Lane

Am I wasting all my time
Chasing innocence to find
A time in my life when I should have known better
Have I wasted all these years
Hiding back the tears behind a smiling face
Am I a liar?
Because I want to do what's right
But I need to understand
Do I burn the bridge /
As these thoughts come floating in
Will the memories race to a higher price to pay
Gonna take a trip down memory lane
For the millionth time today
I'm still waiting
Gonna take a trip down memory lane
And I don't have much to say
As I fumble through my lines
Tripping wires in my mind
There's a script to (fail to reach and im running)
From another place in time
Where the memories race to a higher price to pay
Gonna take a trip down memory lane
For the millionth time today
I'm still waiting
Gonna take a trip down memory lane
And I don't have much to say
Looking foward for tomorrow
Still / yesterday
Can't you see that I tried (and i know)
Can't you see that I
Can't you see I'm (driving blindly)
Am I wasting all my time
Chasing innocense to find
A time in my life when I should have known better
Have I wasted all these years
Hiding back the tears behind a smiling face
Gonna take a trip down memory lane
For the billionth time today
I'm still waiting

Gonna take a trip down memory lane
And I don't have much to say
I'm still waiting
Gonna take a trip down memory lane
Looking for another place to play
I'm still waiting
Gonna take a trip down memory lane
And I don't have much to say

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Passos Coelho, Novas Oportunidades e Eu.

Retirado do JN:

O líder do PSD anunciou esta segunda-feira que irá pedir uma auditoria externa ao programa Novas Oportunidades e prometeu reformulá-lo para que ele sirva realmente quem precisa de uma segunda oportunidade.
"Vamos pedir uma auditoria externa ao programa Novas Oportunidades e deveremos reformulá-lo de modo a que ele possa servir realmente aqueles que precisam de uma segunda oportunidade", afirmou o líder social-democrata, Pedro Passos Coelho, durante um almoço de pré-campanha com professores em Vila Franca de Xira.
Classificando a forma como o programa tem sido desenvolvido como "um escândalo", Passos Coelho precisou não ter nada contra as Novas Oportunidades nem discordar da ideia de dar "uma segunda ou terceira oportunidade" às pessoas.
Aliás, recordou, o "embrião" do programa foi desenvolvido pelo antigo ministro da Educação do PSD David Justino.
Contudo, acrescentou o líder social-democrata, dar oportunidades às pessoas não pode ser "uma mega encenação paga a peso de ouro", pois isso terá custos.
"Foi uma mega produção mais não fez do que estar a atribuir um crédito e uma credenciação à ignorância e isso não serve a ninguém", criticou, insistindo na ideia que o programa tem de "ser uma verdadeira oportunidade".

Que o Passos Coelho não quer que Sócrates tenha "Novas Oportunidades" para destruir o país, já se tinha percebido. O Coelhinho quer agora a oportunidade dele para provar que não é só o PS que pode e sabe fazer cócó.
O facto é que Passos pôs o dedo na ferida quando disse publicamente aquilo que MUITA gente pensa das Novas Oportunidades mas não quer dizer por poder ferir susceptibilidades.
Eu acompanhei muita gente que integrou e integra este programa e, sem generalizar, tenho que concordar com o líder do PSD.

As pessoas que aproveitaram este programa e a formação para se reciclar profissionalmente e fazer o 9º ou 12º ano aprendendo uma profissão enquanto estão no desemprego, por exemplo, acabam por sair valorizadas pois fazem um curso que tem uma duração mínima média de 12 a 16 meses, em que aprendem (entre outras coisas) uma língua estrangeira, matemática, informática e recebem formação técnica numa determinada área. No entanto, o processo de RVCC é, na maioria dos casos, uma fraude. Podiam ter sido poupados muitos recursos se tivessemos alinhado os candidatos a RVCC e simplesmente tivessemos dado os diplomas indiscriminadamente.
Alguém me explica que conhecimentos adquire uma pessoa que em 3 meses ( 3  M E S E S ) vai a um CNO 2 ou 3 vezes por semana falar com uma pessoa e escreve uma espécie de auto-biografia?
Pode aprender alguma coisa... Pode! Mas não o suficiente para merecer um diploma do 9º ano.

No fundo, este programa, vem na linha de uma filosofia que é a do português: facilitismo máximo. Temos baixos índices de escolaridade? Pois dêem-se diplomas... Afinal o do próprio 1º Ministro demissionário parece ter sido tirado também ele numa espécie de RVCC do ensino superior, em que lhe bastou desenhar duas casas no Paint para ter o diploma de Engenheiro. Eu mal sei abrir o AutoCad e sou mais Engenheiro do que ele.

O conceito é bom e o programa tem enormes possibilidades. Já vi vidas de pessoas mudarem completamente devido à sua experiência nos cursos e sinto-me feliz por ter feito parte dessa evolução. Mas é preciso mudar a maneira como se encara tudo isto. Há sítios onde todos têm que passar no fim do curso por causa dos subsídios! Por causa da estatística! É isto que está errado. É por isso que nós somos um país da treta.
Há escolas a passar ADMINISTRATIVAMENTE os alunos que os professores/formadores chumbam no fim do curso por não terem atingido os objectivos! E não estou a falar só de centros de formação, falo de escolas públicas também.
Não é o projecto em sí que é mal feito, é a forma como ele é gerido. Os avaliadores, professores e/ou formadores devem ser exigentes ao máximo para formar com qualidade e as próprias direcções dos Centros devem ter a liberdade para apresentar os seus números sem serem depois subsidiados em função do número de aprovações, mas sim pela qualidade dos seus serviços.

sábado, 14 de maio de 2011

Oh tempo volta para trás... I

A certas alturas do meu dia dou comigo a divagar sobre pontos no meu passado.
Estas memórias são boas ou más e por vezes até trazem cheiro.

Hoje, por estar um dia de quase Verão, mas principalmente pela noite agradável que está, senti-me com menos 10 anos. Local: Zona Centro de Nogueira do Cravo.
Companhia: Pelo menos o Tomate, o Nato, o Tareco, o Ronik e o Paiva.
Muita estupidez, muita barulheira, GNR, padres, bancos, skates e, sobretudo, diversão sem compromisso ou sem problemas (reais) nas nossas mentes.

Se tivesse que escolher a melhor altura da minha vida, estaria certamente estava nas favoritas.

Eram alturas em que se faziam festas e jantares porque sim e muito raramente alguém se negava a comparecer.
As festas eram projectadas para servir centenas de pessoas e depois nós éramos os anfitriões e também os únicos convidados. Eram sempre um sucesso e a verdade é que poucos lá iam para poder dizer o contrário.

Bandas, confrontos e engates fizeram também parte da ementa.

Um abraço aos que fizeram parte de, pelo menos, uma destas memórias.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Na função pública até as portas têm estatuto

Não sou psicólogo, sociólogo, vidente nem astrólogo. Ainda bem, porque cada vez mais me convenço que não tenho nem a queda nem a pachorra para o ser.

Mas há uma coisa que ainda sou capaz de, sem ser perito, analisar. Sou particularmente eficaz (ou acho que sou) a distinguir pessoas de pessoazinhas.

Eu sou o cúmulo da calma aparente em quase tudo. Mas por dentro há coisas que me matam e me deixam a praguejar comigo mesmo. Uma delas é cada vez a cada vez mais frequente vontade de mandar das pessoas que me rodeiam. Neste país toda a gente quer mandar em alguém. Há uma necessidade enorme nas pessoas de serem superiores a alguém nem que seja só “porque sim”.

Porque é que isto acontece?
Há gente que por ter um superior hierárquico e se sentir mal com isso, procura alguém, que julga estar directamente abaixo, para fazer valer a sua autoridade,
nem que a sua função seja algo ridículo e sem valor, como ter o rabo alapado atrás de uma secretária de um cargo público o dia todo a ver a banda passar

Estas são as pessoazinhas.

Aconteceu comigo hoje isto:
Num sítio desses acima descrito (função pública), cometi um erro TERRIVEL: pedi permissão para fazer alguma coisa. Nunca façam isso. Façam o que tiverem de fazer e pronto.
Entrei na sala, deixei o que comigo trazia e, ao ver uma porta de acesso ao exterior escancarada á minha frente, perguntei se podia sair por ali, em vez de ir dar uma volta enorme e sair por uma outra porta exactamente igual. A resposta foi:

“Não, aquela porta não de entrada nem de saída.”

A sério? A SÉRIO?! Uma porta que não é de entrada nem de saída?!?! Na minha terra isso não são portas. Não sei bem o que são. Mas não são portas!!

A minhas resposta foi:
“Pois, mas para não dar a volta, posso usar?!”

E obtive a mesma resposta seguida de um: “... mas já agora...”

E lá saí.

Convém acrescentar que a porta estava destrancada, já a usei outras vezes e outros já a usaram também. Talvez a porta estivesse de greve, tal como alguns elementos da função pública estão sensivelmente desde o dia em que começaram a trabalhar...

Quem lê isto pode pensar: “Este gajo é um merdas e isto não tem importância nenhuma...”

Pois. A primeira parte do pensamento é verdade. Já a segunda carece de fundamento, pois tudo isto foi precedido de outras situações em que o ego da senhora se exacerbou mostrando todo o seu intelectozinho...

Ás vezes gostava de ser maluco para poder dar duas lapadas em alguma gente ser inimputável.

Be True, Stay Alive.

sexta-feira, 4 de março de 2011

E agora, ovelha negra.

Mais de um ano depois afastado das lides "blogueiras", faço o meu regresso, neste novo espaços de cara lavada, mas com alguns dos meus posts do blogue anterior.
Isto porque há coisas que se não forem ditas (escritas), enloqueço.

Be True, Stay Alive.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Eu sou mesmo assim

Vejo-me à rasca para tomar banho.
Não bebo.
Não fumo.
A única moca de que apanho é quando tiro os sapatos e respiro fundo.
As pessoas riem de mim.
E eu delas. Mas por razões distintas. Elas porque têm razões para isso, e eu porque sim...
Mas ainda assim eu insisto em criar coisas absolutamente geniais e verdadeiros pontos de viragem na história da humanidade.
Nesta sequência, insisti na criação de um blogue que é a consumação da uma amizade entre individuos (e porquinhos da índia, se bem que os porquinhos da índia não vão escrever no blogue por razões óbvias).
E assim nasce, às tantas da madrugada, no mais improvável dos locais, um Blog.
http://tunaoentras.blogspot.com
Tu não entras. Brutal.
Ou medíocre.
Se calhar é mais isso...

Sing for the moment

Depois de uma agradável noite de convívio e conversas isto é tudo o que me apraz dizer:

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Long time no see

Agitado esta mudança de ano:
  • Um reveillon jeitoso com os meus amigos. Um camarão gostoso e tal, band hero, conversas... Rendeu bem.
  • Começo de actividade na Escola do Cerco! (hell yeah!). Há gente boa e má em todo o lado e isso é bem verídico.
  • Rendi-me á evidência de que o meu MacPro estava mesmo condenado a ser entregue a mão entendidas em Macs... Ainda estou à espera do orçamento... Até tremo... Aquela malta da maçã não brinca nos preços.
De resto... Coiso...
Não digo mesmo nadinha de jeito, pois não? Mas também não espero que me ouçam.

Adiós
Be true and stay alive.