quarta-feira, 8 de outubro de 2008
O Tanque
Quem me conhece sabe que nem sou gajo de lavar roupa sujana Web... Mas se alguma gente pagasse o que deve.....
terça-feira, 7 de outubro de 2008
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
A "tal" análise.
Vamos então a essa análise tardia desse grande clássico que foi o SCP – FCP.
Não vou dizer que fulano jogou bem, nem que cicrano jogou mal, porque isso já fazem aqueles comentadores desportivos chatos...
Eu vou analisar aqui um pouco ao de leve a razão primordial que me faz desgostar muito mais do SCP do que do SLB.
Essa razão chama-se, sobretudo, João Moutinho.
O João “Menina”, como gosto de lhe chamar, é a coisa mais nojenta a pisar os relvados nacionais. Não se lhe pode negar o dom que tem para a bola. Porque de facto tem... Por outro lado, aprendeu muito com Liedson.
Quando nas imediações da área, é muito perigoso! Não que tenha um colossal remate, mas sim porque tem o cabedal de um Lírio e basta que lhe soprem que estende aqueles bracitos como que se fossem pétalas, solta uma gritaria e cai aos berros... E isto leva-me até ao próximo interveniente desta história, o Lucílio! Sempre pronto a apitar quando o Líriozinho do Leão cai. E assim foi no penalti de ontem. Não fosse o Bruno Alves ter-se enganado e por esta hora estava eu aqui a insultar o Lu-lu... Assim poupo-o.
Vou só contar uma que me contaram ontem sobre o sr. Batista. Sei que não é verdade, mas a ser, é muito gira!
Um senhor muito simpático que costuma almoçar na mesa ao lado da minha aos Domingos saiu-se com a seguinte:
“Um amigo meu conhece o Lucílio Batista... O gajo é do Benfica! Mas a mulher é do Sporting! E completamente fanática! Ora, antes do Lucílio sair para apitar o Sporting, ela diz-lhe: “Se roubas o Sporting, durante 1 mês, nem “lhe” tocas!!!” E é por isso que o homem favorece sempre o Sporting!”
Dá que pensar... Falar é fácil! Olhem que se fosse comigo, eu também não sei o que faria...
Não vou dizer que fulano jogou bem, nem que cicrano jogou mal, porque isso já fazem aqueles comentadores desportivos chatos...
Eu vou analisar aqui um pouco ao de leve a razão primordial que me faz desgostar muito mais do SCP do que do SLB.
Essa razão chama-se, sobretudo, João Moutinho.
O João “Menina”, como gosto de lhe chamar, é a coisa mais nojenta a pisar os relvados nacionais. Não se lhe pode negar o dom que tem para a bola. Porque de facto tem... Por outro lado, aprendeu muito com Liedson.
Quando nas imediações da área, é muito perigoso! Não que tenha um colossal remate, mas sim porque tem o cabedal de um Lírio e basta que lhe soprem que estende aqueles bracitos como que se fossem pétalas, solta uma gritaria e cai aos berros... E isto leva-me até ao próximo interveniente desta história, o Lucílio! Sempre pronto a apitar quando o Líriozinho do Leão cai. E assim foi no penalti de ontem. Não fosse o Bruno Alves ter-se enganado e por esta hora estava eu aqui a insultar o Lu-lu... Assim poupo-o.
Vou só contar uma que me contaram ontem sobre o sr. Batista. Sei que não é verdade, mas a ser, é muito gira!
Um senhor muito simpático que costuma almoçar na mesa ao lado da minha aos Domingos saiu-se com a seguinte:
“Um amigo meu conhece o Lucílio Batista... O gajo é do Benfica! Mas a mulher é do Sporting! E completamente fanática! Ora, antes do Lucílio sair para apitar o Sporting, ela diz-lhe: “Se roubas o Sporting, durante 1 mês, nem “lhe” tocas!!!” E é por isso que o homem favorece sempre o Sporting!”
Dá que pensar... Falar é fácil! Olhem que se fosse comigo, eu também não sei o que faria...
domingo, 5 de outubro de 2008
Ganhamos, caneco!
O FCP ganhou. Contra todas as expectativas e vontades.
Amanhã escrevo umas coisas bonitas sobre a personalidade de merda do Moutinho e dos seus amigos, bem como dos arranjinhos do Lucílio, e até de um segredo que me contaram hoje à hora de almoço sobre ele...
Eu tenho um ídolo novo! O Porto comprou (finalmente) um jogador à Porto!

Não é um Maradona... Mas também aqui é pra jogar à bola... Para drogados já temos o Nuno Assis e aquela malta porreira das bicicletas.
Amanhã escrevo umas coisas bonitas sobre a personalidade de merda do Moutinho e dos seus amigos, bem como dos arranjinhos do Lucílio, e até de um segredo que me contaram hoje à hora de almoço sobre ele...
Eu tenho um ídolo novo! O Porto comprou (finalmente) um jogador à Porto!

Não é um Maradona... Mas também aqui é pra jogar à bola... Para drogados já temos o Nuno Assis e aquela malta porreira das bicicletas.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
UEFísses
Parabéns ao Guimarães e ao Marítimo. Bateram-se muito bem.
E mais uma vez o Guimarães foi sacaneado pelo árbitro. E segundo me disseram hoje o Marítimo também teve as suas razões de queixa. Mas não vi o jogo, por isso não sei.
Quanto aos outros, não fizeram mais do que a obrigação.
Quero pedir aos relatadores dos jogos do dito "glorioso" que tenham calma... Que pensem na família, pois não sei se morrer de enfarte durante o relatar de um jogo conta como acidente de trabalho...
E mais uma vez o Guimarães foi sacaneado pelo árbitro. E segundo me disseram hoje o Marítimo também teve as suas razões de queixa. Mas não vi o jogo, por isso não sei.
Quanto aos outros, não fizeram mais do que a obrigação.
Quero pedir aos relatadores dos jogos do dito "glorioso" que tenham calma... Que pensem na família, pois não sei se morrer de enfarte durante o relatar de um jogo conta como acidente de trabalho...
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
TSF ao serviço de "Portugal"
No seguimento daquilo que escrevi ontém, acabei de ouvir uma boa na TSF:
"Hoje é dia de Taça Uefa e a TSF segue as equipas portuguesas com o relato do Benfica"
Boa...
"Hoje é dia de Taça Uefa e a TSF segue as equipas portuguesas com o relato do Benfica"
Boa...
Nem tudo tem piada
Hoje, durante o almoço, tive um diálogo produtivo com o meu amigalhaço (e primo) Chico.
Mais um dos nossos diálogos de homens "diferentes"... (Isto tá a ficar rabeta... Vou mudar o discurso).
Portanto, dizia eu que estive com o Chico a ter um diálogo másculo e intelectual sobre o estado da nação.
Apenas para contextualizar, convém dizer que somos ambos Portistas; ambos de direita, distinguindo-nos o grau de conservadorismo relativamente a diferentes aspectos; ambos com formação em multimédia (se bem que eu devo confessar que me encostei à sombra dos empregos que me foram aparecendo e o Chico tem continuado os estudos de forma brilhante); ambos desempregados.
O diálogo foi longo e abrangente. Desde o futebol, até ás mulheres, passando pela crise mundial que se atravessa. Mas o mais forte tema foi o estado da Nação.
Não vou massacrar ninguém com as baboseiras que trocamos enquanto esperavamos pelas barrigas grelhadas no Snack Bar Descobrimentos. Mas posso dizer que passei o dia a pensar naquilo e há uma triste conclusão que não me sai da cabeça: Portugal é Lisboa. De vez em quando também é o Porto. Porque o resto... Bem, o resto é um pedaço de terra de ninguém que se tem que atravessar para chegar a Espanha...
Onde é que há investimento e emprego?
Onde é que fica o grosso dos financiamentos da UE?
Onde é que estão as infraestruturas que proporcionam qualidade de vida a todos, nomeadamente idosos e doentes?
Em Portugal, claro! Mas não em Vila Real, não em Bragança, não na Guarda. No Porto ou em Lisboa.
Vou falar do exemplo que conheço. Estive a trabalhar em Vila Real durante quase um ano e sei o que é aquela terra quando a Universidade está de férias. No dia que aquela Universidade fechar ou vier abaixo (dado o estado de certas partes do Campus, não sei o que vai acontecer primeiro), aquela cidade desaparece. O mesmo se pode dizer de Miranda do Douro, onde o pânico se instalou quando se equacionou a hipótese de fechar o pólo e o mesmo se aplica a Bragança.
Para lá do IP4 (aquela estrada onde morre muita gente, mas onde mal se vê a Polícia de Trânsito) há estradas onde não se pode andar, terras isoladas e povoações entregues à sua sorte.
Turismo Rural? Ok... Mas e apoios para isso? E lá por se ter o "azar" de se ter nascido numa aldeia com 12 habitantes é-se obrigado a fazer viagens de 2 horas ou mais para ir para a escola ou para o hospital? É-se obrigado a nascer ao km X do IP4? E a morrer se for o caso...?
Eu sei que é altura de fazer contenção de despesas. Não estou a pedir que se invente uma solução. Só estou a deixar uma nota para que se lembrem que aqui, onde muita gente é analfabeta, não se tem emprego nem escolas e se respira ar puro, também é Portugal.
Mais um dos nossos diálogos de homens "diferentes"... (Isto tá a ficar rabeta... Vou mudar o discurso).
Portanto, dizia eu que estive com o Chico a ter um diálogo másculo e intelectual sobre o estado da nação.
Apenas para contextualizar, convém dizer que somos ambos Portistas; ambos de direita, distinguindo-nos o grau de conservadorismo relativamente a diferentes aspectos; ambos com formação em multimédia (se bem que eu devo confessar que me encostei à sombra dos empregos que me foram aparecendo e o Chico tem continuado os estudos de forma brilhante); ambos desempregados.
O diálogo foi longo e abrangente. Desde o futebol, até ás mulheres, passando pela crise mundial que se atravessa. Mas o mais forte tema foi o estado da Nação.
Não vou massacrar ninguém com as baboseiras que trocamos enquanto esperavamos pelas barrigas grelhadas no Snack Bar Descobrimentos. Mas posso dizer que passei o dia a pensar naquilo e há uma triste conclusão que não me sai da cabeça: Portugal é Lisboa. De vez em quando também é o Porto. Porque o resto... Bem, o resto é um pedaço de terra de ninguém que se tem que atravessar para chegar a Espanha...
Onde é que há investimento e emprego?
Onde é que fica o grosso dos financiamentos da UE?
Onde é que estão as infraestruturas que proporcionam qualidade de vida a todos, nomeadamente idosos e doentes?
Em Portugal, claro! Mas não em Vila Real, não em Bragança, não na Guarda. No Porto ou em Lisboa.
Vou falar do exemplo que conheço. Estive a trabalhar em Vila Real durante quase um ano e sei o que é aquela terra quando a Universidade está de férias. No dia que aquela Universidade fechar ou vier abaixo (dado o estado de certas partes do Campus, não sei o que vai acontecer primeiro), aquela cidade desaparece. O mesmo se pode dizer de Miranda do Douro, onde o pânico se instalou quando se equacionou a hipótese de fechar o pólo e o mesmo se aplica a Bragança.
Para lá do IP4 (aquela estrada onde morre muita gente, mas onde mal se vê a Polícia de Trânsito) há estradas onde não se pode andar, terras isoladas e povoações entregues à sua sorte.
Turismo Rural? Ok... Mas e apoios para isso? E lá por se ter o "azar" de se ter nascido numa aldeia com 12 habitantes é-se obrigado a fazer viagens de 2 horas ou mais para ir para a escola ou para o hospital? É-se obrigado a nascer ao km X do IP4? E a morrer se for o caso...?
Eu sei que é altura de fazer contenção de despesas. Não estou a pedir que se invente uma solução. Só estou a deixar uma nota para que se lembrem que aqui, onde muita gente é analfabeta, não se tem emprego nem escolas e se respira ar puro, também é Portugal.
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